Movimentos especulativos em torno de bioindicadores de mídias e mudanças climáticas ou de como dar ao humano a mais intensa potência de existir


O funcionamento das imagens, palavras e sons na comunicação faz parte do problema da impotência e da expropriação das forças criativas do humano que precisamos enfrentar com as mudanças climáticas. Ao reforçar a percepção de que imagens, palavras e sons são apenas descrições e representações de um mundo que está fora delas, as mídias estão implicadas na gravidade das alterações ambientais e das violentas lógicas que atravessam as relações dos humanos com a Terra, com as coisas-seres do mundo. Para interferir nesse contexto a partir de uma outra política da comunicação, a Sub-rede Divulgação Científica e Mudanças Climáticas, da Rede CLIMA, pesquisa experimentos interativos que visam explorar as potencialidades da comunicação com as mudanças climáticas enquanto uma questão vital. Trata-se de pensar como imagens, palavras e sons podem dar ao humano a mais intensa potência de existir através de novos modos de dizer, escrever e pensar.

Aqui artigo completo.

DIAS, S. O.; RODRIGUES, C. C.; Movimentos especulativos em torno de bioindicadores de mídias e mudanças climáticas ou de como dar ao humano a mais intensa potência de existir, 10/2015, RECIIS. Revista Eletrônica de Comunicação, Informação & Inovação em Saúde (Edição em Português. Online), Vol. 9, Fac. 4, pp.1-5, Pavilhão Haity Moussatché, RJ, BRASIL, 2015.

 

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